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Voce que está abrindo um novo negocio

06/02/2016 11:34

Se você está abrindo um novo negócio, expandindo o atual, ou simplesmente precisa para fazer uma mudança de sistema, a escolha do PDV ideal terá um grande impacto na gestão do seu serviço de alimentação. Ele é a alma do seu negócio, e deve ser analisado como sendo muito mais do que uma simples ferramenta para enviar ordens para a cozinha e receber pagamentos.

Mesmo que você faça uma pesquisa mais aprofundada, algumas perguntas podem ficar sem resposta – perguntas nas quais você pode nem mesmo ter pensado. Há inúmeras opções no mercado, e é importante saber qual o caminho a ser seguido. Assim, durante as demonstrações dos sistemas, lembre-se de fazer estas seis perguntas. Elas são cruciais:

1.    Quais os benefícios que eu vou ter ao investir neste sistema de PDV? – Você só deve investir em um novo sistema, se ele realmente melhorar sua situação atual. É importante entender exatamente como a nova aquisição irá apoiar suas metas para o restaurante. Você precisa de um melhor controle das finanças, em face do aumento dos negócios? Sente que precisa tornar sua equipe mais responsável em relação à qualidade do serviço? Ou talvez, tenha o pressentimento que deveria estar faturando mais do que aquilo que aparece no livro-caixa. Tudo o que sentir que precisa de seu sistema, e que atualmente você não tem, deve ser questionado junto aos representantes de vendas dos PDV’s em demonstração.

2.    O sobre as informações? – As informações são seu melhor amigo. Na verdade, somente as informações de qualidade! As decisões que você precisa tomar a respeito de pessoal, mudanças de cardápio, promoções e expansão dependem fortemente de informações. Atualmente, você tem como acessar os itens que sua equipe vende, para saber se cada um deles está conseguindo efetivar vendas acima do padrão? Você consegue selecionar uma lista de clientes que frequenta seu estabelecimento com regularidade, mas não tem vindo já há algum tempo? Você pode verificar os itens de cardápio que estão vendendo mais, ou não vendem o suficiente? Existem sistemas que unem as informações do PDV e do cartão de crédito. Isto significa que você terá acesso aos gastos do cliente e frequência de visitas, pois estará tudo contido no sistema. Por que não oferecer uma sobremesa gratuita para seus clientes frequentes durante o seu mês de aniversário, para construir fidelização? Faça uma lista de relatórios essenciais, bem tudo o mais que você gostaria de ver, e peça para ser mostrado como você pode acessar esses dados.

3.    Será que o PDV pode ajudar a produção? – A maneira como você envia os pedidos de alimentos para a cozinha e como processa os pagamentos são extremamente importantes, especialmente se estamos falando de alto volume e giro rápido. Você pode enviar os pedidos da mesma maneira que a sua cozinha os utiliza? Se não, quais as opções que você tem? Explique exatamente como você faz as coisas, e todas as melhorias ou alterações no processo que você gostaria de fazer. O representante deve ser capaz de explicar como o PDV pode fazer isso para o seu estabelecimento.

4.    Como esse PDV suportaria quaisquer mudanças no futuro? – Ele pode mudar junto com o seu estabelecimento, sem causar uma interrupção no serviço? Se você decidir abrir uma filial, é importante saber como poderá ter, tanto as informações individuais de cada local, como também fazer a interação dos dados, e ter uma visão global do seu negócio como um todo. Ou, se resolver fazer uma ampliação na casa atual, você precisa entender como o PDV irá trabalhar com essa expansão. Peça a indicação de outros estabelecimentos que passaram por uma mudança semelhante.

5.    Qual o sistema operacional deste PDV e por quê é o escolhido? – Você pode não ser um “informático”, mas precisa entender que o sistema sobre qual o PDV está baseado, terá efeito direto sobre o seu negócio. E, se o representante de vendas não for capaz de explicar este detalhe de uma maneira que você entenda, procure outra pessoa para fazê-lo. Comprar um sistema sem conhecer o mínimo sobre seu funcionamento, é um risco que você não deveria correr. Faça uma pesquisa para conhecer um pouco mais sobre as limitações e vantagens de cada sistema operacional, ou consulte um técnico a respeito.

6.    Qual é o custo real do sistema? – Há mais do que equipamentos e software a serem considerados na compra de um PDV. Você precisa analisar o custo de implementação, instalação, taxas de processamento de cartão de crédito, e mais importante, o suporte. Durante a instalação, por exemplo, o técnico pode achar que você precisa de outra rede, o que envolverá custos adicionais. Você também precisa saber que tipo de taxas de processamento de cartão de crédito você vai pagar – isso é meio complicado, mas seu conhecimento, essencial. Além disso, o suporte é extremamente importante! Você deve saber que situações estão incluídas no custo do sistema, e o que implica em custo extra. Depois que tudo estiver dito e explicado, ainda assim, qualquer sistema exigirá suporte e treinamento ao longo do tempo, como é a natureza da tecnologia. E as atualizações do sistema, também estão contempladas? Haverá algum custo extra? As despesas envolvidas para fazer correções, são muito maiores do que um bom planejamento. Enfim, você precisa saber os custos envolvidos em suporte, manutenção, treinamento, emergências, etc., para evitar confusões e surpresas pelo caminho.

Normalmente, a maior reclamação que se ouve de gestores de serviços de alimentação é sobre a falta de transparência dos sistemas de PDV. Quando você estiver pesquisando a compra de um sistema, é importante investir algum tempo para entender o que é que você realmente precisa. Faça reuniões com sua equipe de salão, de cozinha, financeiro, compras, para ter um melhor entendimento de suas necessidades antes de sair para uma compra impensada e mal planejada. E não tenha medo de pedir esclarecimentos sobre qualquer coisa que ainda pareça um pouco nebulosa. Lembre-se, o trabalho do representante de vendas é mostrar como usar o sistema, para fornecer as soluções que você precisa. Quanto mais perguntar, mais bem informado você estará para tomar a decisão certa.

COMO CRIAR UM CARDÁPIO “VENDEDOR” PARA SEU RESTAURANTE

17/12/2015 12:16

Volto, mais uma vez, a um assunto recorrente nas minhas matérias, mas que ainda é muito pouco considerado na administração de um restaurante.

As observações a seguir são o resumo de leituras que fiz, em revistas e na internet, sobre o cardápio, esse eterno desconhecido:

  1. O cardápio deve ser original - Bem, mais ou menos. Ele deve oferecer um equilíbrio ideal entre pratos exclusivos, que o diferenciam do restante do mercado, e os mais tradicionais. Mas, na verdade, o que vai alavancar suas vendas serão, sempre, suas especialidades. Aqueles pratos que só seu restaurante oferece, ou os mais tradicionais com um preparo extremamente esmerado e diferenciado.
  2. O cardápio deve ser versátil – Isto significa que nenhum item do cardápio deve oferecer um insumo isolado. Deixe-me explicar: se você oferecer linguado grelhado, não se esqueça de oferecer outros pratos contendo este peixe. Caso contrário, se você não vender nenhum linguado grelhado, corre o risco de que o insumo estrague e terá que jogá-lo fora. E, isto, na cozinha do restaurante, é o mesmo que “depositar” dinheiro no lixo.
  3. Os preços do cardápio devem absorver o custo dos alimentos – Para manter o lucro e, também, os preços acessíveis para os clientes, cada item no cardápio do restaurante deve ser estudado cuidadosamente. Ele deve ter o preço fixado de maneira a absorver o custo dos insumos utilizados para produzir o prato, sem se chocar com a capacidade de compra dos clientes. Ingredientes caros são oferecidos em cardápios mais sofisticados. No entanto, isso não significa que você deva comprar o insumo mais barato para preparar os pratos do seu restaurante. É preciso equilibrar os custos mais altos e mais baixos para gerar uma margem de lucro razoável e oferecer um cardápio que atenda aos clientes – tanto em termos de variedade quanto de preço.
  4. Os itens do cardápio devem ser fáceis de preparar – Nada vai sobrecarregar uma cozinha mais do que o preparo de pratos complexos que exijam muito tempo e atenção da equipe – exceto se seu restaurante for extremamente sofisticado e seu diferencial seja exatamente este. Os itens do cardápio devem estar dentro de um destes parâmetros: fáceis de preparar no local (saltear, grelhar, etc..), de rápida preparação (macarrão, legumes, etc.) ou fáceis de preparar com antecedência e reaquecer (lasanha, costela, etc.).
  5. O cardápio deve ter um formato fácil de ler – Três pontos a serem considerados:
    1. Tamanho do cardápio – deve ser condizente com o espaço que o cliente tem para manuseá-lo. Nada a haver com a quantidade de pratos, que vamos tratar mais adiante.
    2. Utilize fontes (tipos de letra) mais simples - A utilização de fontes rebuscadas e de difícil leitura vai dificultar a percepção dos clientes.
    3. Evite jargões culinários e descrições em idioma estrangeiro – Os jargões culinários são conhecidos apenas por quem é da área, e as descrições e nomes em idioma estrangeiro pelas pessoas que os entendem. E os outros clientes? Você vai constrangê-los e deixá-los incomodados. E esta é a melhor maneira de afastá-los do seu restaurante. Utilize uma linguagem amigável: se usar jargões culinários, explique-os, e se usar palavras em outro idioma, ofereça também a tradução.
  6. O cardápio deve ter um tamanho (número de pratos) administrável – O céu não é o limite quando se trata de seu cardápio do restaurante. Evite a tentação de oferecer uma grande variedade de itens, caso contrário você vai, inevitavelmente, jogar comida no lixo. Considere também o que a cozinha é capaz de produzir. Há estações suficientes para oferecer grelhados, pratos refogados, saladas, sopas, assados​​, etc.?
  7. Quando atualizar o cardápio - Para manter o custo de alimentos sob controle, e de acordo com os outros custos do restaurante, você deve atualizar seu cardápio pelo menos uma vez por ano. Isso não significa refazê-lo por inteiro. É simplesmente um bom momento para se certificar se os preços estão no nível onde deveriam estar, avaliar os itens que não estão vendendo e substituí-los, criar novos pratos, enfim, dar uma revitalizada no restaurante.
  8. Cardápios especiais no seu restaurante – Festas/datas como Dia das Mães ou Dia dos Namorados, merecem um cardápio especial – com preço fixo – para atrair mais clientes e manter a cozinha tranquila por todo o período de trabalho. O cardápio com preço fixo limita o número de itens disponíveis em um determinado momento, tornando mais fácil para a cozinha atender um grande número de refeições num curto espaço de tempo. Mesmo que não seja uma data especial, um cardápio com preço fixo também pode atuar como promoção em épocas mais difíceis. Cardápios especiais, com porções para duas pessoas, ou preço fixo + degustação de vinhos, são ótimas promoções para trazer mais clientes para o restaurante.
  9. Faça sempre uma revisão de português (e de outro idioma contido no cardápio) – Quantas vezes você já viu erros monstruosos de português ou de qualquer idioma estrangeiro em cardápios? Antes de imprimir o cardápio do seu restaurante, contrate um revisor e alguém que conheça o idioma (se for o caso), para dar uma última lida. Nada deprecia mais seu restaurante do que um cardápio com erros de grafia, gramática ou tradução.

Enfim, estas são algumas ideias. Cabe a você, profissional, selecionar as que considera mais interessantes, e aplicá-las no seu estabelecimento.

6 ITENS A CONSIDERAR NA COMPRA DE UM PDV PARA O RESTAURANTE

17/12/2015 12:13

Se você está abrindo um novo negócio, expandindo o atual, ou simplesmente precisa para fazer uma mudança de sistema, a escolha do PDV ideal terá um grande impacto na gestão do seu serviço de alimentação. Ele é a alma do seu negócio, e deve ser analisado como sendo muito mais do que uma simples ferramenta para enviar ordens para a cozinha e receber pagamentos.

Mesmo que você faça uma pesquisa mais aprofundada, algumas perguntas podem ficar sem resposta – perguntas nas quais você pode nem mesmo ter pensado. Há inúmeras opções no mercado, e é importante saber qual o caminho a ser seguido. Assim, durante as demonstrações dos sistemas, lembre-se de fazer estas seis perguntas. Elas são cruciais:

  1. Quais os benefícios que eu vou ter ao investir neste sistema de PDV? – Você só deve investir em um novo sistema, se ele realmente melhorar sua situação atual. É importante entender exatamente como a nova aquisição irá apoiar suas metas para o restaurante. Você precisa de um melhor controle das finanças, em face do aumento dos negócios? Sente que precisa tornar sua equipe mais responsável em relação à qualidade do serviço? Ou talvez, tenha o pressentimento que deveria estar faturando mais do que aquilo que aparece no livro-caixa. Tudo o que sentir que precisa de seu sistema, e que atualmente você não tem, deve ser questionado junto aos representantes de vendas dos PDV’s em demonstração.
  2. O sobre as informações? – As informações são seu melhor amigo. Na verdade, somente as informações de qualidade! As decisões que você precisa tomar a respeito de pessoal, mudanças de cardápio, promoções e expansão dependem fortemente de informações. Atualmente, você tem como acessar os itens que sua equipe vende, para saber se cada um deles está conseguindo efetivar vendas acima do padrão? Você consegue selecionar uma lista de clientes que frequenta seu estabelecimento com regularidade, mas não tem vindo já há algum tempo? Você pode verificar os itens de cardápio que estão vendendo mais, ou não vendem o suficiente? Existem sistemas que unem as informações do PDV e do cartão de crédito. Isto significa que você terá acesso aos gastos do cliente e frequência de visitas, pois estará tudo contido no sistema. Por que não oferecer uma sobremesa gratuita para seus clientes frequentes durante o seu mês de aniversário, para construir fidelização? Faça uma lista de relatórios essenciais, bem tudo o mais que você gostaria de ver, e peça para ser mostrado como você pode acessar esses dados.
  3. Será que o PDV pode ajudar a produção? – A maneira como você envia os pedidos de alimentos para a cozinha e como processa os pagamentos são extremamente importantes, especialmente se estamos falando de alto volume e giro rápido. Você pode enviar os pedidos da mesma maneira que a sua cozinha os utiliza? Se não, quais as opções que você tem? Explique exatamente como você faz as coisas, e todas as melhorias ou alterações no processo que você gostaria de fazer. O representante deve ser capaz de explicar como o PDV pode fazer isso para o seu estabelecimento.
  4. Como esse PDV suportaria quaisquer mudanças no futuro? – Ele pode mudar junto com o seu estabelecimento, sem causar uma interrupção no serviço? Se você decidir abrir uma filial, é importante saber como poderá ter, tanto as informações individuais de cada local, como também fazer a interação dos dados, e ter uma visão global do seu negócio como um todo. Ou, se resolver fazer uma ampliação na casa atual, você precisa entender como o PDV irá trabalhar com essa expansão. Peça a indicação de outros estabelecimentos que passaram por uma mudança semelhante.
  5. Qual o sistema operacional deste PDV e por quê é o escolhido? – Você pode não ser um “informático”, mas precisa entender que o sistema sobre qual o PDV está baseado, terá efeito direto sobre o seu negócio. E, se o representante de vendas não for capaz de explicar este detalhe de uma maneira que você entenda, procure outra pessoa para fazê-lo. Comprar um sistema sem conhecer o mínimo sobre seu funcionamento, é um risco que você não deveria correr. Faça uma pesquisa para conhecer um pouco mais sobre as limitações e vantagens de cada sistema operacional, ou consulte um técnico a respeito.
  6. Qual é o custo real do sistema? – Há mais do que equipamentos e software a serem considerados na compra de um PDV. Você precisa analisar o custo de implementação, instalação, taxas de processamento de cartão de crédito, e mais importante, o suporte. Durante a instalação, por exemplo, o técnico pode achar que você precisa de outra rede, o que envolverá custos adicionais. Você também precisa saber que tipo de taxas de processamento de cartão de crédito você vai pagar – isso é meio complicado, mas seu conhecimento, essencial. Além disso, o suporte é extremamente importante! Você deve saber que situações estão incluídas no custo do sistema, e o que implica em custo extra. Depois que tudo estiver dito e explicado, ainda assim, qualquer sistema exigirá suporte e treinamento ao longo do tempo, como é a natureza da tecnologia. E as atualizações do sistema, também estão contempladas? Haverá algum custo extra? As despesas envolvidas para fazer correções, são muito maiores do que um bom planejamento. Enfim, você precisa saber os custos envolvidos em suporte, manutenção, treinamento, emergências, etc., para evitar confusões e surpresas pelo caminho.

Normalmente, a maior reclamação que se ouve de gestores de serviços de alimentação é sobre a falta de transparência dos sistemas de PDV. Quando você estiver pesquisando a compra de um sistema, é importante investir algum tempo para entender o que é que você realmente precisa. Faça reuniões com sua equipe de salão, de cozinha, financeiro, compras, para ter um melhor entendimento de suas necessidades antes de sair para uma compra impensada e mal planejada. E não tenha medo de pedir esclarecimentos sobre qualquer coisa que ainda pareça um pouco nebulosa. Lembre-se, o trabalho do representante de vendas é mostrar como usar o sistema, para fornecer as soluções que você precisa. Quanto mais perguntar, mais bem informado você estará para tomar a decisão certa.

Receita de Torta de chocolate com chantilly

14/11/2014 17:53

INGREDIENTES

  • 4 Ovos
  • 1 Xícara (chá) de farinha de trigo
  • 1 Xícara (chá) de cacau em pó
  • 6 colheres (sopa) chocolate
  • 1 Lata de creme de leite
  • 500 Gramas de chocolate ao leite picado
  • 1 Colher (sopa) de fermento royal
  • 1 Embalagem de cream cheese
  • 300 Gramas de chocolate meio amargo
  • 200 ml de água
  • 250 Gramas de açúcar mascavo
  • 175 Gramas de manteiga amolecida

MODO DE PREPARO

  • Pré-aqueça o forno em 180C°, unte e forre a forma com o papel manteiga.
  • Em uma vasilha coloque o chocolate ralado, a água, e derreta em banho maria.
  • Na batedeira coloque o açúcar e a manteiga até que forme um creme.
  • Formando um creme, coloque os ovos, a metade da farinha e continue batendo.
  • Depois de tudo misturado, coloque o chocolate derretido, o cacau, o fermento e a outra metade da farinha de trigo.
  • Depois de tudo batido, coloque na forma e leve para assar por 50 minutos.
  • Espere esfriar e faça um nescau para molhar o bolo. Leve a geladeira até a hora de comer.

Empadao Goiano Legitmo

14/11/2014 14:18

Não existe empadão igual ao tradicional Empadão Goiano. A receita dessa delícia é patrimônio goianoi e muitos tentam imitá-la (muitas vezes sem sucesso) em todas as panificadoras do país.

 Mas vamos revelar os segredos dos goianos para você tentar fazer em casa essa iguaria. Não é tão difícil, mas requer atenção, principalmente ao fazer a massa. Então, mãos à obra (ou “na massa”)!

 Empadão Goiano

 Ingredientes: 15 unidades:

 Massa:

1 litro de água

½ litro de óleo

2 kg de farinha de trigo

5 ovos

3 colheres de sopa de fermento em pó

250 gramas de margarina

RECHEIO DO EMPADÃO:

 Ingredientes:

½ k de peito de frango

½ k de lombo de porco

300g de linguiça

1 k de tomate maduro

500 g de gueroba cozida no sal

250 g de batata cozida

1 colher de sopa de óleo

15 azeitonas pretas

15 azeitonas verdes

salsinha

cebolinha

pimenta bode a gosto

sal

alho

 Modo de Fazer:

 Misture todos os ingredientes e aos poucos acrescente a farinha de trigo, mexendo sempre.

Sove bem a massa e quando não grudar mais nas mãos, estará no ponto.

Deixe descansar por duas horas.

Abra então a massa numa espessura de 2 milímetro para forrar as formas que deverão estar untadas com manteiga.

Coloque o recheio, e com a mesma massa faça a cobertura.

Corte a massa excedente, deixando uma pequena borda para acabamento e decoração do contorno.

Deixe descansar por 15 minutos, pincele com gema de ovo a superfície das empadas e leve ao forno em 200 g por 15 minutos.

RECHEIO DO EMPADÃO:

Frite separadamente, o lombo, o frango e a linguiça com alho, sal, e pimenta a gosto.

Deixe esfriar e depois pique bem miudinho.

Reserve.

Bata os tomates no liqüidificador, e em seguida leve ao fogo com sal e óleo para cozinhar.

Quando estiver fervendo, junte o lombo, o frango e a linguiça.

Mexa bem e em seguida acrescente a gueroba, a batata picada e o restante dos ingredientes.

Mexa novamente, desligue o fogo e está pronto o recheio.

Obs:

Algumas receitas de também tradicionais famílias goianas, colocam o pequi.

A gueroba deverá sofrer algumas fervuras, para que diminua um pouco o amargo acentuado da mesma.

 

CARDÁPIO COM “PREÇO FIXO” – O QUE É?

14/11/2014 14:13

O que é um cardápio com “preço fixo”? – É uma refeição com a opção de escolha de determinados pratos do cardápio a um valor determinado. Geralmente, inclui um aperitivo, uma entrada, um prato principal e uma sobremesa por um preço fixo por pessoa. Em alguns casos, pode incluir apenas uma seleção do cardápio ou ainda uma variedade de diferentes opções. Ao passo que este tipo de refeição é muito comum na Europa, no Brasil seu uso ainda é limitado e a preferência vai para os serviços estilo “quilo” e “bufê”. Na verdade, esta é uma opção mais adequada para restaurantes que trabalham com serviço à la carte, e possibilita que o tíquete médio seja bom para o cliente e também para o estabelecimento. Alguns restaurantes o apresentam como o almoço “especial do dia”, ou a “seleção do chef”.

Por que usar um cardápio com “preço fixo”? – Oferecer um cardápio com preço fixo nos dias de maior movimento do ano, como Dia das Mães, Dia dos Namorados ou Véspera de Ano Novo, pode facilitar o trabalho de preparação e cocção e mantê-los sob controle. Permite que os cozinheiros se preparem melhor para um turno agitado e ajuda a manter o restaurante funcionando sem problemas. O cardápio “preço fixo” pode ser oferecido paralelamente ao seu cardápio normal.

Além disso, também pode funcionar para uma promoção de segunda a sexta. Por exemplo, o restaurante pode oferecer uma refeição pré-selecionada a um preço definido nas noites de segunda-feira, como uma maneira de aumentar o movimento no dia mais fraco da semana. Mais ainda, este cardápio, com preço fixo, pode mudar semanalmente, para atrair novamente os clientes para um jantar a preço acessível. Outra maneira de promover um cardápio “preço fixo” é fazer uma noite italiana, na semana seguinte um jantar alemão, outro francês, e assim por diante.

Como criar um cardápio com preço fixo? – Não há regras para a escolha dos pratos para um cardápio “preço fixo”. Ele pode ser um reflexo do seu cardápio normal; talvez mais sofisticado, ou mesmo uma seleção de pratos que você pretende incluir no cardápio e quer testar. O mais comum, é apresentar três opções de entradas, três de pratos principais e três sobremesas. No entanto, como já disse, não há regras pré-definidas.

Como apresentar o cardápio com preço fixo? – Normalmente, ele é impresso em uma única folha de papel, ao invés de ser inserido em uma janela, ou ainda grampeado no cardápio normal. O papel desta folha tem que ser de qualidade e a apresentação condizente com o conceito da sua casa. Inclua – sempre – o nome do seu restaurante no topo. Cada prato deve ter uma breve descrição (uma ou duas frases). Evite fotos e ilustrações. Menos, é sempre melhor.

Boa sorte e bons negócios!!!

SALÃO x COZINHA: GUERRA À VISTA

14/11/2014 14:06

Você pode ter a melhor comida da cidade, mas se os clientes não fizerem os pedidos, o seu restaurante está condenado. É por isso que é tão importante ter a certeza de que o seu cardápio é o melhor que pode haver. Tomando alguns cuidados, simples de planejar, organizar e projetar seu cardápio pode fazer um mundo de diferença para o sucesso do seu restaurante. Aqui estão algumas ideias que podem ajudá-lo neste trabalho.

  • ORGANIZE O CARDÁPIO LOGICAMENTE
    Não faça com que seus clientes realizem uma “busca ao tesouro”, quando eles só querem comer. Torne mais fácil a divisão para que eles encontrem o que desejam através de algo lógico, como: aperitivos, entradas, pratos principais + acompanhamento e, finalmente, sobremesas.
  • DÊ A MELHOR COLOCAÇÃO AOS MELHORES PRATOS
    Isso pode parecer óbvio, mas não esconda seus itens principais. Disponha-os na frente e no centro, onde eles são fáceis de encontrar. Os olhos dos clientes são mais frequentemente atraídos para o canto superior direito ou ao centro da página, por coloque seus maiores vendedores nesses locais.
  • SEJA CRIATIVO
    Você tem um hambúrguer no seu cardápio? Adicione algumas coberturas diferentes ou um novo molho e terá um item de menu totalmente diferente, sem acrescentar muito custo. E se você oferecer um risoto de camarão, crie uma pasta de camarão, pizza, ou salada, tirando maior proveito dos ingredientes.
  • CRIE ALGO ESPECIAL
    Muitos cardápios apresentam pizza, pasta, carne e saladas, assim, faça com que o seu se destaque. Tente adequar alguns pratos clássicos, adicionando uma mudança para que se assumam a assinatura do seu restaurante.
  • MANTENHA A LINGUAGEM SIMPLES
    Você pode pensar que seus termos de cozinha pretensiosos são sofisticados, mas eles provavelmente vão irritar seus clientes. É bom mostrar alguma personalidade, mas mantenha o foco na comida, não nas palavras.
  • MANTENHA-O GERENCIÁVEL
    Simplificando, é impossível destacar alguns pratos num cardápio de dez páginas. É melhor mantê-lo mais curto e destacar seus pontos fortes. Os clientes preferem escolher entre 10 pratos incríveis, ao invés de 100 não tão bons assim.
  • ATUALIZE QUANDO FOR NECESSÁRIO
    Da mesma maneira como os preços dos alimentos mudam, assim deve ser o seu cardápio. Sinta-se livre para remover um prato que se tornou muito caro ou adicionar em alguns vegetais sazonais.
  • ESCOLHA O VISUAL CERTO
    Não decore o seu cardápio com ilustrações de arquivos de computador (Word, etc.), o que é de mau gosto e não acrescenta muito para os seus clientes. Por outro lado, se você decidir incluir fotos de seus pratos, escolha as fotos que fazem com que pareçam tão apetitosos quanto possível. Fotografar de alimentos é complicado, então, pense na contratação de um profissional.
  • REVISE!
    O que é mais inapetitoso do que um erro de digitação? Você não quer que seus clientes percebam seus erros de gramática em vez de seus pratos. Não basta confiar no corretor ortográfico, tenha vários pares de olhos para procurar erros.
  • MANTENHA-O CONCISO
    Lembre-se, você está escrevendo um cardápio, não um romance. Claro, incluir informações relevantes podem fazer seus pratos ainda mais saborosos, mas certifique-se de que as descrições não fiquem muito longas.
  • PRESTE ATENÇÃO ÀS CORES
    Que tipo de cozinha que você serve? Será que o seu restaurante tem um tema? As respostas a estas perguntas podem influenciar as cores que você escolher para o seu cardápio. Por exemplo, um tranquilo bistrô francês provavelmente escolheria cores diferentes do que uma cantina italiana.
  • OBSERVE AS FONTES (tipos de letra)
    Nunca, jamais use uma fonte difícil de ler! Se os seus clientes não conseguem ler seu cardápio, eles não vão pedir nada fora dele.
  • NÃO LAMINADO (plastificado)
    Se o seu cardápio é laminado, você está preso a ele (a menos que você queira fazer algumas reimpressões dispendiosas). Você provavelmente vai querer mudar o seu cardápio pelo menos uma vez por ano, então envelopes plásticos que facilitam a troca das lâminas internas.
  • OBTENHA FEEDBACK
    Peça a alguns de seus clientes mais fiéis que façam uma leitura honesta do seu cardápio. Será que êle transmite o que você quer? O cliente conseguiu entender tudo? Não está muito confuso? O que é preciso mudar?
  • CONHEÇA A CONCORRÊNCIA
    Se você é uma pizzaria, conheça as outras pizzarias da sua região. Como são os cardápios da concorrência? E os preços? O que você pode fazer para se diferenciar?
  • USE NÚMEROS, SE PRECISAR DELES
    O seu restaurante serve uma cozinha que não é necessariamente familiar aos clientes? Eles podem ficar relutantes em pedir algo que não conseguem pronunciar, por isso considere a numeração dos pratos para facilitar a vida do cliente. Restaurantes orientais costumam usar este artifício.
  • TENHA MAIS DE UM CARDÁPIO
    Lembre-se, você não tem que colocar tudo, do café da manhã a bebidas e sobremesas, no mesmo cardápio. Cardápios separados para diferentes momentos do dia podem reduzir a distração dos clientes e tornar a venda mais objetiva. Crie cardápios de bebidas e sobremesas.
  • ROTULE PRATOS ESPECIAIS
    Você oferece refeições vegetarianas ou vegan? E pratos sem glúten ou saudáveis para o coração? Seus clientes com restrições dietéticas irão apreciar a possibilidade de encontrar facilmente os pratos que eles podem comer.
  • OFEREÇA VARIEDADE DE PREÇOS
    Claro que seria ótimo se todo cliente pedisse o item mais caro do cardápio, mas você tem que dar opções para as pessoas com orçamentos menores. Tente incluir alguns sanduíches feitos com ingredientes que já existem no restaurante.
  • NÃO TENHA MEDO DE MUDAR OS PREÇOS
    Se os preços dos ingredientes mudaram, não acho que você tenha que manter os preços do cardápio estáveis apenas para manter os clientes satisfeitos. As chances de que ninguém vai perceber a mudança são boas, desde que seja um aumento pequeno.

Criar um ótimo cardápio não tem que ser difícil. Basta apenas manter seus clientes em mente. Ao criar um cardápio atraente e fácil de ler ao mesmo tempo, que reflita a marca do seu restaurante, você vai colocá-lo no caminho certo!

A MÃO-DE-OBRA E O RESTAURANTE

14/11/2014 14:02

Os custos de mão-de-obra são, provavelmente, a principal preocupação dos proprietários de restaurante, bares, padarias ou lanchonetes. Simplesmente não há mão-de-obra qualificada em número suficiente para preencher as vagas existentes o mercado. Além disso, a luta para diminuir a rotatividade não tem fim. A área de alimentação fora do lar continua a ser identificada como a que paga os menores salários e tem as maiores cargas horárias de trabalho.

O custo de mão-de-obra não é controlado pagando-se baixos salários, mas através de uma escala de trabalho bem controlada e aumento de produvidade da equipe. E, a produtividade é aumentada através de treinamento, melhores lay-outs de cozinha e salão, bem como a utilização de equipamentos e produtos que permitam a otimização dotrabalho. No entanto, mesmo com todos esses avanços tecnológicos , os ganhos de produtividade costumam ser encobertos pela alta rotatividade e baixa taxa de retenção de funcionários neste setor.

Esses, são problemas que têm sido característica desta indústria ao longo dos anos. Mas, ao invés de trabalhar em conjunto como proprietários e operadores, no sentido de mudar este ambiente, a maior parte dos gestores ainda procura por funcionários que estão dispostos a trabalhar nessas condições. E até que esta mentalidade mude, o setor vai continuar a perder profissionais qualificados e produtivos para o mercado de trabalho.

Por outro lado, a produtividade e a eficiência do trabalho não são tratados e avaliados apenas em termos quantitativos. Um baixo percentual de custo de mão-de-obra ou elevado índice de clientes por hora trabalhada podem parecer, à primeira vista, como um sinal positivo. No entanto, não de pode perder de vista o lado qualitativo da atividade. Se o serviço ao cliente for comprometido, a economia na folha de pagamento pode, e vai, ser rebatida por uma queda nas vendas causada pela deserção dos clientes para os concorrentes.

Os funcionários não podem ser vistos e tratados como "insumos ", sem sentimentos , necessidades e receios. Toda vez que o setor enfrenta uma escassez de mão-de-obra, como a que temos hoje, o empresário costuma "mudar o enfoque " e se torna mais compreensivo com as necessidades de seus funcionários. E isso é acompanhado por uma mudança temporária de mentalidade enfatizando as relações humanas . Mas lembre-se: os dois grupos mais importantes de pessoas que afetam o sucesso do seu negócio são seus clientes e funcionários. Ambos devem ser tratados da mesma maneira .

COMO MANTER O AÇO INOX DO RESTAURANTE

02/11/2014 12:09

Há uma razão para o aço inoxidável ser o material preferido para o material de restaurante. Ele é durável e fácil de limpar, e estes são dois ingredientes essenciais para uma cozinha comercial eficiente. Além disso, alguns tipos de aço inoxidável (como o tipo usado em tampos de mesa de trabalho comercial) resistem a bactérias e podem ser usados ​​como superfície de contato com o alimento. No entanto, se as superfícies em aço inoxidável não estiverem devidamente limpas e protegidas, podem corroer como qualquer outro metal.


O que faz do aço inoxidável o aço inoxidável?

Todas as superfícies de aço inoxidável tem uma fina camada de cromo do lado de fora. Esta camada de cromo reage quimicamente com ar para criar uma superfície lisa, dura que resiste a manchas e corrosão. Qualquer coisa que danifique ou interfira com a interação de cromo/ar (como sujeira, óleo ou arranhões) vai manchar o aço inox, corroer ou enferrujar, por isso a limpeza frequente é necessária.
 

Como limpar o aço inoxidável

Ao contrário de outros revestimentos resistentes a manchas que podem se desgastar com repetidas limpezas, a camada de cromo do aço inox nunca se desgasta, mas você tem que tomar certos cuidados. Siga estas dicas para manter corretamente o equipamento de aço inox do seu restaurante:

  • Use pano úmido e detergente neutro - Muitas vezes, a melhor solução de limpeza para equipamentos de aço inox é uma flanela úmida, mas, se você precisa usar um agente de limpeza, adicione um detergente suave na água de lavagem.
     
  • Esfregue na direção do acabamento - Algumas superfícies de aço inox têm acabamento escovado ou grãos. Durante a limpeza, vá a favor dos grãos, porque esfregando em sentido contrário, você pode danificar o acabamento.
     
  • Use bicarbonato de sódio para manchas de gordura - Quando a água e detergente não são suficientes, adicione água no bicarbonato de sódio e faça uma pasta para limpar as manchas mais difíceis. Também é possível usar um creme de limpeza comercial, desde que não seja abrasivo.
     
  • Limpe os respingos imediatamente - Pingos de alimentos, especialmente ácidos, podem danificar a camada protetora de cromo se deixados por muito tempo na superfície do aço inox. Limpe com um pano úmido, logo que possível. Isso também fará com que seja mais fácil limpar depois, porque a comida não estará ressecada e incrustada na superfície.
     
  • Use um limpador de vidro para remover impressões digitais - O óleo das impressões digitais pode marcar ou manchar o aço inox, especialmente se o acabamento for polido. Onde quer que as marcas sejam visíveis, use um limpador de vidro para remover as impressões digitais no fim do dia, antes do acabamento ficar permanentemente danificado.
     
  • Enxague a superfície após a limpeza - Qualquer resíduo de sabão ou detergente pode ser prejudicial se deixado por um longo período de tempo na superfície do aço inox. Por isso, enxague com água limpa e um pano úmido depois de limpá-lo.
     
  • Seque imediatamente - Pingos de “água dura” também podem danificar qualquer acabamento em aço inox. Para evitar, basta secar a superfície após a limpeza para evitar manchas de água.


 
Coisas a evitar durante a limpeza do aço inox

Ao limpar os equipamentos em aço inox do restaurante, existem algumas precauções para manter em mente.

  • O cloro faz mais mal do que bem - Cloro, ou produtos de limpeza que contenham cloro, vai certamente matar qualquer bactéria na superfície de aço inoxidável, mas também vai quebrar a camada de cromo de proteção. Em vez disso, use uma solução à base de amônia, se você precisar de mais poder de matar bactérias.
     
  • Nunca use esponjas abrasivas ásperas e palhas de aço - Material de limpeza abrasivo, como almofadas e lã de aço, vai arranhar o aço inoxidável e fazer com que apareça ferrugem. Utilize apenas escovas e almofadas feitas de nylon, plástico macio ou qualquer outro material macio e flexível quando for necessária uma maior potência de lavagem.
     
  • Utilize produtos de limpeza de aço inoxidável como último recurso - Eles só devem ser usados se a superfície estiver arranhada ou manchada, pois atacam o revestimento de cromo. Se o aço não está danificado, o polimento deve ser evitado. Mas, somente em caso de necessidade, pode ajudar a remover manchas e proteger as áreas riscadas da corrosão.

5 ERROS QUE SEU RESTAURANTE PODE ESTAR COMETENDO NO FACEBOOK

02/11/2014 12:06

Na verdade, são enganos que todos podemos cometer quando nos dispomos a fazer algo sem nenhuma experiência anterior no assunto. Portanto, esta matéria não é crítica, mas apenas uma lembrança de que podemos corrigir as falhas que, porventura, possamos ter cometido.

  1. Não postar fotos – Apenas dizer que "temos a melhor paella do mundo" não funciona. Erro monumental! A postagem de fotos dos pratos servidos no restaurante é uma ferramenta de marketing extremamente forte. Além disso, incentive, também, seus clientes a postar fotos dos pratos que estão consumindo, em suas (deles) páginas. Isto é mágico: você tem o marketing do restaurante e o aval de quem consumiu. Ponto final.
     
  2. Mencionar só as promoções – Tudo bem, os clientes habituais querem saber das suas promoções, mas e os fãs do Facebook que ainda não frequentam seu restaurante? A única maneira de induzi-los a vir até você é criando conteúdo de interesse. Descubra o que é relevante para estes potenciais clientes.
     
  3. Página inconsistente - Nunca abandone sua página do Facebook. Quando os clientes vão visitar uma página que não é atualizada, eles assumem que o restaurante fechou, ou que você não se importa com eles. Mantenha a página atualizada, com conteúdo relevante e que possa trazer ainda mais fãs.
     
  4. Sem compromisso – O engajamento com os fãs é a parte mais difícil de manter na sua página do Facebook. No entanto, é também a mais importante. É um desafio, porque você tem que decidir de quais conversas deve participar, e em que momento. E também pode exigir bastante do seu tempo. Por outro lado, o engajamento traz grandes negócios para o seu restaurante: ele cria relacionamento com os clientes atuais e atrai novos clientes. E isto representa faturamento.
     
  5. Não contratar um profissional - Se você não tem tempo ou conhecimento para manter a sua página no Facebook, contrate um profissional. À primeira vista, administrar uma página no Facebook parece uma tarefa fácil, mas exige comprometimento e tempo disponível, além de noções básicas de marketing digital. Portanto, para o bem do seu restaurante, faça o óbvio: contrate alguém para fazer este trabalho, bem feito.
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